sábado, 21 de abril de 2018

Iniciando cor Oração - Pr. J.C. Ayres Ângelo
 Mensagem Proferida em 20/04/2018, na primeira noite do I Congresso de Oração Clamor pelo Brasil, realizado pela Igreja Cristã Manancial da Vida

Resumo:
Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo,
E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.
Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.
Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.

Mateus 4:1-11

Após 40 dias de jejum e oração, Jesus foi tentado pelo diabo. Após resistir à tentação, o diabo o deixou e vieram os anjos e o serviram. Todo ser humano é eterno, seja para a perdição ou para a salvação.
É preciso viver o verdadeiro evangelho.

A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.

Tiago 1:27

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

Mateus 6:33

Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.

Tiago 4:8

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

Mateus 7:24,25

Jesus começou bem Seu ministério terreno. orando e obedecendo.

Blog do Eliézer: Lições do Garibaldo - Gary Chapman

Blog do Eliézer: Lições do Garibaldo - Gary Chapman: E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:8 Meu pai era advogado, u...

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Lições do Garibaldo - Gary Chapman

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:8

Meu pai era advogado, usava um grande saco de lixo, coberto por brilhantes tiras de papel crepom amarelo. Colocou um capacete de cartolina e vestiu uma calça de mergulho, incluindo os pés de pato. Com uma lanterna de abóbora feita de plástico na mão e os netos a reboque, saíu para saudar os vizinhos no dia de Halloween, com um enérgico "gostosuras ou travessuras". O que levaria um homem adulto a se vestir como Garibaldo, aquele enorme pássaro amarelo do Vila Sésamo e sair na rua? Nem todo mundo sairia - ou poderia sair - desfilando numa fantasia de pássaro. O amor de papai por seus netos era muito maior que o possível constrangimento. Ele se humilhou e entrou no mundo deles, tornou-se uma criança. Embora Jesus não tenha se vestido de Garibaldo, Ele, de fato se humelhou quando se tornou um de nós. Ele vestiu os ornamentos da humanidade, de modo que pudesse criar um relacionamento eterno com Seus filhos. Comigo. Para alguns, parece absurdo, mas é maravilhoso, Ele entrou no meu mundo. 

Às vezes é meio constrangedor entrar no mundo de outra pessoa, mas os resultados podem ser eternos. Sharon K. Cosby


domingo, 29 de outubro de 2017

O Vitral da Minha Alma Despedaçada - Gary Chapman

E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei. (Isaías 42:16)

Eu estava fazendo aulas de criação de vitrais numa época em que as coisas em minha família desmoronavam ao meu redor. Depois de traçar um esboço sobre o vidro, meus pulsos escorregaram e colidiram com pedaços que haviam sido cortados por um estilete. As pontas afiadas como lâminas cortaram meus dedos. Gritei de dor. Os pedaços do meu projeto ainda sem forma representavam minha história em forma de vitral: a transparência de sonhos despedaçados e a fragilidade da vida. 
Contra todas as esperanças e crenças espirituais, fui empurrada para o papel de mãe solteira com uma criança de colo e outra em idade pré-escolar, irritada e magoada. Como chumbo fundido que se derramou por todas as fibras do meu ser. 
A depressão se abateu sobre minha alma. Com o coração sombrio, abri a janela da minha alma despedaçada para Javé-Ori, "o  Senhor é minha luz". Estava cega pela tormenta, mas a luz da Palavra de Deus me conduzia lentamente adiante, para longe da tribulação do passado.Por meio da fé na luz verdadeira, Jesus preencheu com Seu amor as rachaduras mais profundas da janela quebrada de minha alma despedaçada. Javé providenciou luz nas trevas e conforto no desespero.

Deus sente prazer em derramar Sua luz em nossa alma quando clamamos por Ele.
 Scott Springfield Domeij

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Blog do Eliézer: A História de um Hino: Maravilhosa Graça

Amazing ...
: A História de um Hino: Maravilhosa Graça Amazing Grace é, sem dúvida, um dos grandes hinos cristãos. Seu autor, o pastor inglês, em Oln...

quinta-feira, 27 de julho de 2017

2014 02 09 - A soberania de Deus e a responsabilidade humana [Ed René Ki...

A História de um Hino: Maravilhosa Graça

Amazing Grace é, sem dúvida, um dos grandes hinos cristãos. Seu autor,
o pastor inglês, em Olney, na Inglaterra (1764 a 1780), um ex-traficante de
escravos. John Newton (1725-1807), que na época era “traficante de escravos”,
estava viajando pelo mar, quando seu navio foi fortemente atacado por
uma tempestade. O marinheiro que guiava a embarcação foi jogado ao mar,
por isso ele próprio precisou guiar o navio. Mais tarde, ele comentou que naquele
momento se sentiu tão frágil e desamparado que concluiu: “Somente
a graça de Deus poderia ter me salvado”. Logo depois desse acontecimento,
resolveu abandonar o Tráfico de escravos e tornou-se cristão! John Newton
faleceu com a idade de 82 anos, em 21 de dezembro de 1807. Ele resumiu
sua vida e escreveu seu próprio epitáfio, que diz em parte:
John Clerk Newton,
Uma vez um infiel e libertino,
Um servo de escravos na África,
Foi pela misericórdia de nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo
Preservado, restaurado, perdoado,
E nomeado para pregar a fé que ele
Tinha se esforçado muito para destruir.
Provavelmente escreveu Amazing Grace entre 1760 e 1770. Baseado em
I-Crônicas 17:16-17, passagem em que o rei Davi rememora a misericórdia
de Deus para com um homem tão insignificante e pecador como ele. Foi
escrita para ilustrar um sermão no dia de ano novo de 1773 e fez parte dos
“Hinos Olney”, hinário de músicas compostas por John Newton e seu amigo,
o poeta William Cowper. A melodia talvez seja de uma música entoada pelos
negros escravos que viajavam nos navios ingleses.
Nos Estados Unidos, Amazing Grace foi amplamente utilizada durante o Segundo
Grande Despertar no início do século 19. Tem sido associada com
mais de 20 melodias. Jonathan Aitken, um biógrafo de Newton, estima que
o hino seja tocado cerca de 10 milhões de vezes por ano. Sua mensagem
universal tem sido um fator significativo em sua passagem na música secular.
Amazing Grace ressurgiu em popularidade nos EUA durante a década de
1960 e foi registrada milhares de vezes durante e desde o século 20, às vezes
aparecendo nas paradas de música popular.
Fonte: Edwards (2001, p.61)

         Teologia Sistemática I. Hermisten Maia Pereira da Costa;
Roney de Carvalho Luiz.
(Reimpressão revista e atualizada)
Maringá-Pr.: UniCesumar, 2016.
375 p.
“Graduação - EaD”.
1. Teologia. 2. Sistemática. 3. Doutrina. 4. EaD. I. Título.
ISBN 978-85-459-0264-5