segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Análise da Linha de Produto (Isaacson, Walter pp. 353-355)

"Decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer", ... "Isso vale para empresas e vale também para produtos."...                                                                         Se a Apple estivesse em situação menos precária, eu teria tentado, pessoalmente descobrir como fazer funcionar o assistente digital pessoal com um sistema de reconhecimento de escrita, o Newton. Eu não confiava nas pessoas que cuidavam dele. Meu instinto me dizia que havia ali uma tecnologia muito boa, mas estragada pela má administração. Ao parar de fabrica-lo, liberei alguns bons engenheiros, que puderam trabalhar em novos aparelhos portáteis. E mais tarde conseguimos acertar quando passamos para os iPhones e o iPad. (Steve Jobs)              
 

Brincando para Sempre (VUJICIC p. 224-225)

Segundo o Dr Stuart Brown, psiquiatra e fundador do National Institute for Play ( Instituto Nacional para Brincadeiras), somos programados para brincar e que negligenciar esses impulsos brincalhões pode ser tão perigoso quanto não dormir: Ele estudou condenados ao  corredor da morte, e assassinos seriais e constatou que a maioria teve uma infãncia com ausência de padrões de brincadeiras. Ele explicou que o contrário de diversão não é trabalho, e sim depressão, e que a diversão pode muito bem ser considerada uma ferramenta de sobrevivência 

domingo, 11 de dezembro de 2016

NEEDTOBREATHE: "Brother (feat. Gavin DeGraw)" | Lyrics

Ramblers in the wilderness we can’t find what we need
Vagantes no deserto não encontramos o que precisamos
We get a little restless from the searching
Ficamos um pouco cansados de procurar
Get a little worn down in between
Um pouco desgastados na jornada
Like a bull chasing the matador is the man left to his own schemes
Como um touro perseguindo seu matador é o homem entregue à sua vontade
Everybody needs someone beside em’ shining like a lighthouse from the sea
Todos precisamos de alguém como de um farol em alto mar
Brother, let me be your shelter
Irmão, deixe-me ser seu abrigo
Never leave you all alone
Nunca deixá-lo sozinho
I can be the one you call
Posso ser aquele que você chama
When you’re low
Quando está fraco
Brother, let me be your fortress
Irmão, deixe-me ser seu abrigo
When the night winds are driving on
Quando os ventos da noite vierem
Be the one to light the way
Ser o que ilumina o caminho
Bring you home
Trazê-lo para casa

Face down in the desert now there’s a cage locked around my heart
Cabisbaixo no deserto meu coração está preso
I found a way to drop the keys where my failures were
Achei um jeito de esconder as chaves sob meus erros
Now my hands can’t reach that far
Agora minhas mãos não as alcançam
I ain’t made for a rivalry I could never take the world alone
Não sou feito para rivalidades, nunca vivi sozinho no mundo
I know that in my weakness I am strong, but
Sei que em minha fraqueza sou forte, mas
It’s your love that brings me home
É teu amor que me traz pra casa


Brother, let me be your shelter
Irmão, dexe-me ser seu abrigo
Never leave you all alone
Nunca deixá-lo sozinho
I can be the one you call
Posso ser quem você chama
When you’re low
Quando está fraco
Brother, let me be your fortress
Irmão, deixe-me ser sua fortaleza
When the night winds are driving on
Quando os ventos da noite vierem
Be the one to light the way
Iluminar o caminho
Bring you home
Trazê-lo pra casa

And when you call and need me near
E quando você chamar e me quiser por perto
Sayin' where'd you go?
Dizendo, onde você foi?
Brother, I'm right here
Irmão, estou bem aqui
And on those days when the sky begins to fall
E naqueles dias em que o céu começar a cair
You're the blood of my blood
Você é o sangue do meu sangue
We can get through it all
Podemos enfrentar tudo

Brother, let me be your shelter
Irmão, deixe-me ser seu abrigo

Never leave you all alone
Nunca deixá-lo sozinho
I can be the one you call
Ser aquele que você chama
When you’re feelin' low
Quando se sentir fraco
Brother, let me be your fortress
Deixe-me ser seu castelo
When the night winds are driving on
Quando os ventos da noite chegarem
Be the one to light the way
Ser aquele que ilumina o caminho
Bring you home
e o traz pra casa

Brother, let me be your shelter
Irmão, quero ser seu abrigo
Never leave you all alone
Nunca deixá-lo sozinho
I can be the one you call
Ser aquele que você chama
When you’re low
Quando está fraco
Brother, let me be your fortress
Ser seu castelo
When the night winds are driving on
Quando os ventos da noite vierem
Be the one to light the way
Iluminar o caminho
Bring you home
Trazê-lo pra casa
Be the one to light the way
Iluminar o caminho
Bring you home
Trazê-lo pra casa.




sábado, 10 de dezembro de 2016

A Segunda Carta de Pedro ( Translation from Good News Bible p. 300 - Introduction)

  The Lord is not slow to do what he has promised, as some think. Instead, he is patient with you, because he does not want anyone to be destroyed, but wants all to turn away from their sins.(2 Peter 3:9)

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.



A Segunda Carta de Pedro é endereçada a um grande círculo de cristãos primitivos. Sua principal preocupação era deter a obra dos falsos mestres e a imoralidade resultante de seus ensinos. A resposta a esses problemas consistia em manter o verdadeiro conhecimento de Deus e do Senhor Jesus Cristo, transmitido por pessoas que foram testemunhas oculares. O escritor é especialmente familiarizado  com o ensino dos que dos que afirmam que Jesus não voltará. Ele diz que a aparente demora na volta de Cristo se deve ao fato de que  Deus "não quer que "ninguém seja destruído, mas que se arrependam de seus pecados"

Esboço:

Introdução (1:1-2)
O chamado cristão( 1:3-21)
Os falsos mestres ( 2:1-22)
A volta de Cristo (3:1-18)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Dublê (VUJICIC pp. 273-4)

Correr riscos físicos moderados, de vez em quando, seja ao escalar uma montanha, surfar ou andar de snowboard, pode acionar sua adrenalina e fazer com que você se sinta mais vivo. Crianças e adultos incorporam o risco a suas formas favoritas de diversão, mesmo que seja apenas para correr o risco de parecerem ridículos, enquanto liberam a criança de oito anos que existe dentro deles. 

sábado, 3 de dezembro de 2016

Depoimento de vida do professor Silvio Maciel




Publicado por Silvio Maciel
há 5 anos
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Ingressei na Faculdade de Direito da então FEFIARA em 1996. Oriundo de família pobre, mas de bases morais e éticas muito sólidas, lá fui eu para meus primeiros dias de aula, com os sonhos e ideais de qualquer jovem humilde: cursar uma faculdade para adquirir conhecimentos, tentar melhorar a realidade social em que vivemos e ter uma profissão para garantir um futuro digno.
Logo nos primeiros dias do Curso me apaixonei pelo Direito, com as lições jurídicas e principalmente, de vida, repassadas pelos meus mestres, em inesquecíveis aulas. Lembro-me como se fosse hoje das aulas de Introdução à Ciência do Direito, ministradas pelo Juiz de Direito e professor Rui Ribeiro de Magalhães; dos primeiros passos pelo Direito Civil, ensinados pelo simpático e saudoso professor Edson Zambrano e das aulas de economia, proferidas com empolgação e entusiasmo pelo professor Luiz Felipe Cabral Mauro, nosso querido Reitor da UNIARA.
Sempre estudei muito e não perdia uma aula sequer! As férias eram um tormento para mim. Já no final do primeiro ano, após o encerramento das aulas, continuei estudando e ansiava pelo começo do próximo ano letivo. Lembro-me que era dia 28 de dezembro de 1996, e enquanto todos se preocupavam com os festejos de final de ano, eu estava no meu quarto estudando o clássico livro “Introdução à Ciência do Direito”, do professor Hermes Lima. Leitura que foi interrompida apenas no momento em que meu irmão entrou no quarto e avisou-me que nosso pai, que estava muito doente, havia acabado de falecer no quarto dele. Naquele momento eu havia perdido meu melhor amigo, meu herói e, certamente, uma das pessoas que mais se orgulharia em ver aquele jovem estudante tornar-se bacharel em Direito. Continuei meu caminho, porque era preciso.
No segundo ano da Faculdade, com a grade curricular apenas de matérias jurídicas, minha empolgação pelo curso perdeu limites. Lembro-me do professor e Procurador de Justiça, Dr. Sérgio de Oliveira Médici, nos ensinando as teorias finalista e causalista do crime, utilizando desenhos de um círculo dividido em duas partes iguais e de um triângulo, o que era simplesmente fantástico; das aulas de Direito Comercial do professor Fernando Passos, um misto de ensinamento jurídico e ensinamento de como viver e enfrentar a vida e a carreira que havíamos escolhido; das fantásticas aulas de Direito Constitucional do Promotor de Justiça e professor Raul de Mello Franco Junior, do qual me tornei fã; graças a ele, aliás, eu ingressei como estagiário oficial do Ministério Público logo no segundo ano do curso. Certo dia do final do segundo ano letivo, entrei na sala para fazer a quarta e última prova e então o professor Raul nos informou que estavam abertas as inscrições para o concurso de estagiário do Ministério Público, que se encerravam no dia seguinte. Na manhã seguinte acordei bem cedo, providenciei todos os documentos necessários, consegui fazer a inscrição na última hora e então prestei e fui aprovado no concurso para estagiário do MP. Atuei por quase um ano como estagiário do Promotor de Justiça, Dr. Rafael Valentim Gentil, um verdadeiro pai para mim.
O terceiro ano não foi menos esperado: a ansiedade e curiosidade de ser aluno de um dos maiores processualistas penais do Brasil, o professor Fernando da Costa Tourinho Filho, eram incontroláveis. E toda espera valeu muito; valeu demais. O nome da minha turma é “Fernando da Costa Tourinho Filho”. Além dele, tive o privilégio de ter aulas com os Juizes de Direito, Ferry de Azeredo Filho e Wagner Corrêa. Juristas fascinantes, profundos conhecedores do Direito e da vida. O Dr. Wagner Corrêa não passava uma aula sequer sem nos falar da qualidade e da tradição do curso de Direito da então FEFIARA e não titubeava em dizer tantas vezes: “vocês são tão bons quanto os alunos da PUC e da USP, porque vocês estudam aqui”. Psicologia de um homem experiente, que sabia o que estava dizendo a um grupo de jovens idealistas.
Todos meus professores da Faculdade de Direito são inesquecíveis, porque cada um contribuiu de uma forma ou de outra para minha formação moral e jurídica.
No terceiro ano da Faculdade, prestei concurso para estagiário da Procuradoria do Estado, sendo aprovado em primeiro lugar. Atuei por quase dois anos como estagiário oficial do Procurador do Estado e hoje professor de Direito Penal da UNIARA, Dr. João Luis Faustini Lopes. Homem de retidão de caráter, conhecimento e experiência jurídica irretocáveis. Hoje é meu grande amigo.
Em dezembro de 1996, quando eu já havia me encantado completamente pelo Direito Penal e estava concluindo o Curso, abriu o edital do concurso DP 1/96, para Delegado de Polícia do Estado de São Paulo. Incentivado pelo Dr. João Luis, fiz inscrição para o concurso. Estudei durante sete meses, de segunda a domingo, dia e noite. Estudava as matérias do edital no quarto que havia sido do meu pai e hoje é meu. Eram 220 vagas apenas, para 9.500 candidatos. Apenas 81 candidatos foram aprovados, ficando 139 vagas remanescentes. Fui aprovado em 12º lugar e na prova dissertativa de direito penal e processo penal fui o 2º colocado. Após sete meses de estudo e quatro fases do concurso eu era Delegado de Polícia. Com 23 anos de idade eu era Delegado de Polícia.
Entre os aprovados, havia cerca de 15 candidatos da USP, PUC-SP e PUC-Campinas. Fui melhor classificado do que quase todos eles. Entendi então o que o Dr. Wagner dizia durante o curso.
Comecei minha carreira de Delegado de Polícia em 1998 e, imediatamente, passei a construir o caminho para realizar meu grande sonho de ser professor de Direito. Lembro-me quando os professores perguntavam aos alunos, nas primeiras aulas, quais carreiras jurídicas pretendiam seguir. Todos respondiam “Juiz de Direito, Promotor de Justiça, Advogado etc”. Eu respondia “professor de Direito”. Em 2003 ingressei no mestrado da PUC-SP, concorrendo com mais de 300 candidatos, para 10 vagas. Hoje estou terminando meu mestrando na PUC-SP.
No começo do ano passado, apresentei meu currículo ao meu amigo e professor, Dr. Fernando Passos, coordenador do Curso de Direito, para ser professor da UNIARA. Apesar de eu ser muito jovem, ele acreditou em mim e me ofereceu a oportunidade de realizar meu maior sonho. Hoje sou professor de Direito Penal da minha querida UNIARA, responsável pela disciplina de Legislação Penal Especial. Também sou professor da Rede Luiz Flávio Gomes de Ensino (Rede LFG), que prepara candidatos para concursos públicos de todas as carreiras jurídicas.
Quando entro na sala dos professores e encontro, agora como colegas de profissão, os professores dos quais fui aluno (todos os professores citados, com exceção do professor Edson Zambrano, continuam integrando o corpo docente da UNIARA) não me contenho de emoção e felicidade.
A possibilidade de aprovação em um concurso público extremamente difícil e concorrido, logo após a conclusão do bacharelado; a oportunidade de ingressar em um dos cursos de mestrado mais concorridos do País, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e a concretização do sonho de ser professor universitário, só foram possíveis graças ao nível do Curso de Direito da UNIARA. Um curso com mais de 30 anos de existência, com solidez, composto de um corpo docente altamente qualificado e experiente e uma estrutura (bibliotecas, escritório experimental de prática jurídica, cursos de extensão e pós-graduação, aulas de reforço para o exame da OAB etc) que permitem aos alunos tornarem-se competentes profissionais nas diversas áreas jurídicas.
São incontáveis os ex-alunos do nosso Curso de Direito, espalhados por São Paulo e pelo Brasil, que hoje são Juízes de Direito Estaduais e Federais, Promotores de Justiça, Procuradores da República, Procuradores do Estado, Procuradores Autárquicos e Municipais, Advogados, Delegados de Polícia Estaduais e Federais, professores universitários etc.
Quando me convidaram para prestar este depoimento, prontamente, aceitei o convite. Por uma razão muito simples e verdadeira: a UNIARA realmente forma vencedores.
Sílvio Maciel, delegado de polícia e professor
Silvio Maciel, Advogado
advogado e professor universitário.
Mestre em Direito pela PUC-SP, professor da Rede LFG (Rede Luiz Flávio Gomes de Ensino) desde 2005, professor universitário, autor de obras jurídicas na área de Direito Penal e advogado.

Fonte: http://silviomaciel.jusbrasil.com.br/artigos/121819118/depoimento-de-vida-do-professor-silvio-maciel. Consulta em 03/12/2016, às 08:56

A publicação deste depoimento tem por fim dar a conhecer um pouco mais sobre o autor do esclarecimento relativo a informações erradas a respeito de julgamentos do STF que têm como tema o aborto.


"O STF NÃO AUTORIZOU a interrupção da gravidez até o terceiro mês.


Pessoal vou fazer um pedido a vocês aqui.
Nós temos de parar de emitir opiniões nas redes sociais a partir da leitura de manchetes. Hoje todo mundo lê uma manchete e sai emitindo opiniões sobre o assunto. Todos querem opinar sobre a PEC do teto sem ler a PEC do teto, sobre o projeto de lei de abuso de autoridade sem ler o projeto etc.
As redes sociais surgiram para tornar as pessoas cada vez mais informadas e cultas, mas estão produzindo o efeito contrário. Hoje, como todos sentem-se no direito de emitir opiniões superficiais a partir da leitura de uma machete, o que há é uma completa desinformação das pessoas, ou seja, informações erradas que vão passando de usuário para usuário e se tornam "verdades". As redes sociais, em vez de informarem, estão muitas vezes desinformando.
Digo isso por conta das manifestações a respeito do STF ter autorizado a interrupção da gravidez até o terceiro mês. Essa informação é RIDÍCULA! O STF discutiu se os autores desse crime deviam continuar em prisão preventiva ou obter a liberdade provisória. SÓ ISSO! Era um Habeas Corpus (HC) pedindo revogação da preventiva (HC 124.306). E os ministros revogaram a preventiva por entender que não estão presentes seus requisitos. Nenhum ministro julgou o crime em si, que aliás, não foi julgado sequer pelas instâncias ordinárias ainda.
Jornalistas brasileiros não raramente interpretam erradamente as decisões judiciais e as publicam de forma totalmente equivocada. Isso porque hoje há jornalistas que não se dão ao trabalho nem mesmo de consultar um especialista sobre o assunto antes de publicar a matéria. Enfim, são tão equivocados quanto vocês que saem divulgando os absurdos que eles publicam.
Passemos a ter o mínimo de juízo crítico antes de emitir opinião sobre determinados assuntos. E esse mínimo de juízo crítico passa pelo óbvio trabalho de se inteirar antes do assunto para depois palpitar." - Silvio Maciel, professor de penal.

Confesso que também fui enganado pela forma sensacionalista como foi publicado o resultado do julgamento sobre o assunto, mas agradeço à irmã em Cristo Adriana Bueno, e ao professor Silvio Maciel pelos esclarecimentos.